"Recalculando rotas" - Será que isso é mesmo necessário?

16 junho 2018




O que dizer após mais de um ano sem escrever no blog? Senti muita falta de estar aqui trocando experiências. 
Talvez vocês se perguntem o motivo do meu sumiço ou até vejam como negligência aos meus leitores. Nada disso, meus queridos! Acontece que como já disse em outras oportunidades, sou focada e priorizo aquilo que realmente considero importante. Neste momento minha maior prioridade é concluir a graduação em psicologia. E prezo fazer isso com excelência. Tanto o blog quanto as demais redes sociais, ocupam muito do tempo que eu poderia usar para estudar. 
Durante o período de desativação, recebi inúmeros emails de leitores que vinham em busca de auxílio nos textos antigos e não encontravam a página. Resolvi então colocar o domínio “no ar” novamente, pois sei que os arquivos existentes, podem de fato ser úteis. Com a página em funcionamento, certamente não conseguirei ignorá-la ou simplesmente deixá-la “às moscas”. Contudo as publicações não serão regulares. Comprometo-me apenas a abordar temas relevantes, sempre que considerar pertinente. Em meu primeiro livro, Vida de Borboleta, compartilhei a promessa que fiz naquela mesa de cirurgia. Não pensem que deixei de cumpri-la quando escolhi me ausentar das redes sociais. Pelo contrário, decidi me especializar no assunto para ajudar de verdade a quem precisa, porém sem comprometer minha saúde física e mental. Passar horas na internet respondendo a centenas de perguntas, me adoeceu. Ficar acompanhando pessoas em consultas, exames e levando desconhecidos para minha casa, tirou a paz da minha família.
Ajudei? Sim! Me arrependi? Jamais!
Aprendi muito em cada situação vivenciada e cresci com todas elas.
Uma pessoa que respeito muito, certa vez me disse que quando a ajuda que oferecemos nos prejudica, deixa de ser ajuda e vira alienação. Fico feliz em saber que errei muito, mas que o fiz, tentando acertar. Eu descobri que o que estava fazendo era caridade. Gesto nobre, entretanto não foi este o tipo de ajuda a que me propus. Tampouco é o que as pessoas que me veem como referência para alguma coisa, esperam de mim.
Agora sei que estou no caminho certo me preparando para oferecer ajuda profissional, afinal, é disso que precisa uma pessoa que sofre com distúrbios alimentares.
Ainda falta um tempo para me tornar psicóloga, mas sigo me aperfeiçoando  para ser a melhor profissional que puder. Continuo escrevendo meus livros e concluí uma formação em coaching, a fim de antecipar minha inserção no mercado de trabalho. Realizo palestras com o foco voltado para prevenção e controle da obesidade e é assim que espero que contem comigo. É este o tipo de ajuda que posso e que estou disposta a oferecer, a quem se interessar!
Grande abraço!

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